domingo, 18 de agosto de 2013

Utopia universal

Meu mundo é apenas uma bola flutuante no espaço. Um corpo celeste que orbita uma estrela, com massa suficiente para se tornar esférico pela sua própria gravidade. Meu mundo tem sete bilhões de habitantes, tem muita pobreza, muita injustiça e muita poluição. Dizer que o planeta terra é uma maravilha, é utopia. É fantasioso pensar que teremos vidas mais dignas no futuro. O que está acontecendo é que nós evoluímos de modo tão rápido, e nos importamos tanto com o bem estar próprio, que esquecemos das outras pessoas que estão em nosso redor.
Geralmente escrevo críticas sobre meu país, mas hoje irei falar de toda a humanidade. São tantos países, com tantas culturas, tantas línguas. Mas não podemos esquecer que em todos estes lugares uma coisa em comum impera: o dinheiro. Junto ao dinheiro existe a ambição. No Brasil, vemos constantemente no pouco que a mídia nos mostra, os casos de corrupção, cometido por parte dos políticos. É justo um pobre homem que rouba comida para sobreviver ser preso por quatro à/ou dez anos, e um deputado qualquer desviar milhões dos cofres públicos e renunciar ao cargo para não ser preso e viver plenamente como se nada acontecera? Não, não é. Voltando ao assunto global, vemos que há nações que têm super economia, países muito bem desenvolvidos, e percebemos que também há países de extrema pobreza, em que as pessoas morrem por sede e fome, por frio ou calor extremo, pessoas que alegram-se pelo pouco que o destino os dá e logo os toma, pessoas de grande humildade. E nos deixamos levar por um orgulho incontestável, afinal, o que valemos? Nenhum de nós somos nada, todos nascemos e morremos para ver nossos podres governantes criarem guerras, muitas sem fundamento, visando o lucro, e há quem diga que moramos no paraíso.